quinta-feira, 16 de julho de 2009

PEDAGOGIA DO OPRIMIDO


Pedagogia do Oprimido
Autor: Paulo Freire

O livro mostra que por falta de conscientização, as camadas populares da sociedade são oprimidas ao extremo, chegando mesmo a acatar sem discussão o que lhes é imposto pelas classes dominantes. Assim, os “esfarrapados do mundo”, obra para quem é dedicada pelo autor, vivem uma verdadeira opressão social, e especialmente, no universo educativo no campo educação/alfabetização de adultos. Desconhecedoras de seus direitos, nunca lutam pela chamada Pedagogia da Libertação.
O autor compara essa libertação necessária às classes menos favorecidas com um “parto”, onde elas precisam definitivamente abandonar a condição servil em que vivem. Ele menciona que por conta do medo imperante essas classes se submetem a todo tipo de “ordens” sem ao menos questioná-las.
O autor propõe que neste universo sombrio de opressão e domesticação seja trabalhada a conscientização como forma de resgatar essas pessoas da condição de aceitação em que vivem. Fazendo uso do pensamento marxista quando se refere à relação dialética – o que implicaria numa transformação total – teoria e prática, Freire enfatiza a necessidade da conscientização com objetivo de libertar os oprimidos da violenta opressão a que estão submetidos. É a busca de uma restauração completa do homem, o conduzindo para um viver autêntico, crítico, humano e não “humanista” comprometido com seu mundo, que se propõe ‘Pedagogia do Oprimido’.
Freire enfatiza que é usada uma concepção “bancária” como instrumento de opressão às classes menos favorecidas, condição da qual somente seriam libertas, mediante o fundamental papel da educação. Por esse prisma, o estudante é visto como indivíduo que não sabe de nada, alguém que recebe “conhecimento” daqueles que se julgam sabedores de tudo. O autor chama esse processo de alienação, uma vez que não há criatividade, nem tampouco saber transformador. Impera mesmo, a “cultura do silêncio” pelo fato de o professor detentor da palavra, criar no aluno a condição de sujeito passivo que não participa do processo educativo.
Para denunciar toda opressão contida na educação, Freire escreveu a bombástica frase: “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. O autor expõe as vísceras da educação “bancária” quando denuncia que ela torna possível a continuação da condição de opressora. Para reverter essa cruel realidade, seria necessário trabalhar a educação como prática da liberdade, o contrario da “bancaria”, que produz saber sem significação, incompleto e desassociado de senso crítico. Aponta ainda que para construir a libertação deveria ser trabalhada uma educação problematizadora, valorizando o diálogo, a reflexão e a criatividade.
Para alcançar uma educação mais humana e revolucionária deve entrar no cenário, o diálogo. “... não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, na ação reflexiva”, diz Freire. Assim, antes “proprietário” da palavra, o professor também é obrigado a aprender a ouvir.
O conteúdo repassado em forma de doação ou impositivo é substituído por um processo de educação organizada, sistematizada, acrescida de elementos bem estruturados. Assim, é pautado o trabalho do educador-educando, dialógico e problematizador.
O trabalho a ser feito deve ter conteúdo programático, construindo temas geradores, metodologicamente, pautado na realidade do aprendente. (...) “o pensar dos homens referido à realidade, seu atuar, sua práxis”, enfatizando-se o trabalho em equipe de forma interdisciplinar. Para a alfabetização (de adultos) o destaque é feito através de palavras geradoras, já que o objetivo é o letramento, porém de forma crítica e conscientizadora.
A que se trabalhar a teoria dialógica, contrária à manipulação das classes menos favorecidas pela “cultura” através dos meios de comunicação. As massas precisam ser conduzidas ao dialogo, canal de libertação da harmoniosa opressão imperante. Freire diz ainda que uma das principais características da ação antidialógica das lideranças é a divisão para manutenção da opressão.
Por isso, a que se ter compromisso no processo de libertação das classes oprimidas, vistas como “mortos em vida”, devido às condições precárias em que vivem. Essas massas convivem com, além da miséria e as enfermidades físicas, as injustiças, vítimas de um regime que as mantém em condições indignas.
Paulo Freire destaca que nessa situação, os educadores devem assumir uma postura revolucionaria passando a conscientizar as pessoas da ideologia opressora. Trabalho sério com o objetivo de motivar as massas para a organização e o aprendizado da pronúncia do mundo, onde todo cidadão e/ou cidadã pode falar usa própria palavra. O autor observa que essa organização não pode ser autoritária.
Deve ser aprendida nos moldes pedagógicos, onde povo e lideranças aprendem a fazer juntos, buscando instaurar a transformação da realidade que os mediatiza.
O autor enfoca que se o opressor precisa de uma teoria para manter a ação dominadora, os oprimidos igualmente, precisam também de uma teoria para alcançar a liberdade. Uma liberdade baseada na confiança nas pessoas e na fé em todos os cidadãos e cidadãs, para que “seja menos difícil amar”.

Dorjival Silva - jornalista, téologo, Pedagogo. Pós-graduado

CIDADANIA


Cidadania - O que é..?

Direito de ter direito

Cidadania é poder ser livre para expressar novas idéias e ter o direito de divulgá-las. É poder eleger um Deputado ou um Presidente ou até mesmo um Vereador, sem que seja questionado sobre sua opinião. É também ter o direito de ser gordo ou negro, baixo ou deficiente e poder se encaixar no meio social sem ser discriminado. É poder ser católico ou evangélico sem ser perseguido.
A população, na sua grande maioria, desconhece os direitos que tem, e os que não tem. E no meio social existem detalhes que passam despercebidos, mas que mostram estágios de cidadania.
Respeitar o farol vermelho, não fumar em locais proibidos, não jogar papel no chão, entre outros. São princípios de educação e respeito, mas que geram cidadania.
Eu tenho o direito de andar em uma via limpa, iluminada e bem cuidada, pisar em uma calçada que não tenha buracos para não correr o risco de torcer o pé ou quebrar algum osso, mas, para isso, os outros têm que respeitar o meu espaço, assim como eu, devo a todos o mesmo respeito, se eu não respeitar o direito do próximo, então, estarei demonstrando falta de cidadania.
O direito de ter direito é uma conquista de todos. Poderíamos dizer que na época da escravidão existia cidadania? Não, porque nessa época somente os Reis e Imperadores podiam mandar e desmandar. Sendo os escravos seus subordinados, sem salários e sem direito de ir e vir.
No século XVIII, a revolta a essa situação detonou a Revolução Francesa, marcando a história da liberdade do homem. Proporcionando a Liberdade Individual.
No mesmo século, os Estados Unidos, adotou a idéia da Liberdade Individual, tornando-se assim independente da Inglaterra. Desde então esses direitos foram se ampliando, sendo aprimorados e, com isto veio a abolição da escravidão. Levando os grandes proprietários de terras ao desespero, pois, não apoiavam a libertação dos escravos porque perderiam a sua mão de obra barata, o que era muito lucrativo para eles.
Em 1849 foi gerada a Declaração Universal dos direitos do homem, que foi aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Esses direitos mudaram de vez a cara e o mapa do mundo. Fazendo com que os paises do leste europeu se convertessem à Democracia.
Essa declaração foi importante porque além de poder votar, e não ser perseguido pelas suas convicções, o homem tinha o direito de uma vida digna, e ao bem estar.

Texto Wanderli F. Salazar
Adaptado por Reinaldo Dias

Bibliografia:
Cidadão de Papel – Gilberto Dimenstein.
Cidadania e Luz – Paulo Dias. (texto)
A hora do cidadão – Reinaldo Dias. Ed. ABEJP. Informativo n.º 12.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Contos de Fada



João e Maria


Da tradição oral

Às margens de uma floresta existia, há muito
tempo, uma cabana pobre feita de troncos de árvores, onde moravam
um lenhador, sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do
primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria.
Na casa do lenhador, a vida sempre fora difícil, mas, naquela
época, as coisas pioraram: não havia pão para todos.
— Mulher, o que será de nós? Acabaremos morrendo de fome. E
as crianças serão as primeiras.
— Há uma solução... – disse a madrasta, que era
muito malvada – amanhã daremos a João e Maria um pedaço de
pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.
O lenhador não queria nem ouvir um plano tão cruel, mas a mulher,
esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.
No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e
Maria desatou a chorar.
— E agora, João? Sozinhos na mata, vamos nos perder e
morrer.
— Não chore — tranqüilizou o irmão. — Tenho
uma idéia.
Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um
punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da Lua e as
escondeu no bolso. Depois voltou para a cama. No dia seguinte, ao
amanhecer, a madrasta acordou as crianças.
— Vamos cortar lenha na mata. Este pão é para vocês.
Partiram os quatro. O lenhador e a mulher na frente, as crianças
atrás. A cada dez passos, João deixava cair no chão uma pedrinha
branca, sem que ninguém percebesse. Quando chegaram bem no meio da
mata, a madrasta disse:
-— João e Maria, descansem enquanto nós vamos rachar lenha
para a lareira. Mais tarde passaremos para pegar vocês.
Os dois irmãos, após longa espera, comeram o pão e, cansados e
fracos, adormeceram. Acordaram à noite, e nem sinal dos pais.
— Estamos perdidos! Nunca mais encontraremos o caminho de
casa! — soluçou Maria.
— Quando a Lua aparecer no céu acharemos o caminho de casa
— consolou-a o irmão.
Quando a Lua apareceu, as pedrinhas que João tinha deixado cair
pelo atalho começaram a brilhar, e, seguindo-as, os irmãos
conseguiram voltar à cabana.
Ao vê-los, os pais ficaram espantados. O lenhador, em seu íntimo,
estava contente, mas a mulher não. Assim que foram deitar, disse
que precisavam tentar novamente, com o mesmo plano. João, que tudo
escutara, quis sair à procura de outras pedrinhas, mas não pôde,
pois a madrasta trancara a porta. Maria estava desesperada.
— Como poderemos nos salvar desta vez?
— Daremos um jeito, você vai ver.
Na madrugada do dia seguinte, a madrasta acordou as crianças e
foram novamente para a mata. Enquanto caminhavam, Joãozinho
esfarelou todo o seu pão e o da irmã, fazendo uma trilha. Desta
vez afastaram-se ainda mais de casa e, chegando a uma clareira, os
pais deixaram as crianças com a desculpa de cortar lenha,
abandonando-as.
João e Maria adormeceram, famintos e cansados. Quando acordaram,
estava muito escuro, e Maria desatou a chorar.
Mas desta vez não conseguiram encontrar o caminho: os pássaros
haviam comido todas as migalhas. Andaram a noite toda e o dia
seguinte inteirinho, sem conseguir sair daquela floresta, e
estavam com muita fome. De repente, viram uma casinha muito
mimosa. Aproximaram-se, curiosos, e viram, encantados, que o
telhado era feito de chocolate, as paredes de bolo e as janelas de
jujuba.
— Viva!— gritou João.
E correu para morder uma parte do telhado, enquanto Mariazinha
enchia a boca de bolo, rindo. Ouviu-se então uma vozinha aguda,
gritando no interior da casinha:
— Quem está o teto mordiscando e as paredes roendo?
As crianças, pensando que a voz era de uma menina de sua idade,
responderam:
— É o Saci-pererê que está zombando de você!
Subitamente, abriu-se a porta da casinha e saiu uma velha muito
feia, mancando, apoiada em uma muleta. João e Maria se assustaram,
mas a velha sorriu, mostrando a boca desdentada.
— Não tenham medo, crianças. Vejo que têm fome, a ponto
de quase destruir a casa. Entrem, vou preparar uma jantinha.
O jantar foi delicioso, e a velha senhora ajeitou gostosas
caminhas macias para João e Maria, que adormeceram felizes. Não
sabiam, os coitadinhos, que a velha era uma bruxa que comia
crianças e, para atraí-las, tinha construído uma casinha de doces.
Agora ela esfregava as mãos, satisfeita.
— Estão em meu poder, não podem me escapar. Porém estão um
pouco magros. É preciso fazer alguma coisa.
Na manhã seguinte, enquanto ainda estavam dormindo, a bruxa
agarrou João e o prendeu em um porão escuro, depois, com uma
sacudida, acordou Maria.
— De pé, preguiçosa! Vá tirar água do poço, acenda o fogo
e apronte uma boa refeição para seu irmão. Ele está fechado no
porão e tem de engordar bastante. Quando chegar no ponto vou
comê-lo.
Mariazinha chorou e se desesperou, mas foi obrigada a obedecer.
Cada dia cozinhava para o irmão os melhores quitutes. E também, a
cada manhã, a bruxa ia ao porão e, por ter vista fraca e não
enxergar bem, mandava:
— João, dê-me seu dedo, quero sentir se já engordou!
Mas o esperto João, em vez de um dedo, estendia-lhe um ossinho de
frango. A bruxa zangava-se, pois apesar do que comia, o moleque
estava cada vez mais magro! Um dia perdeu a paciência.
— Maria, amanhã acenda o fogo logo cedo e coloque água
para ferver. Magro ou gordo, pretendo comer seu irmão. Venho
esperando isso há muito tempo!
A menina chorou, suplicou, implorou, em vão. A bruxa se
aborrecera de tanto esperar.
Na manhã seguinte, Maria tratou de colocar no fogo o caldeirão
cheio de água, enquanto a bruxa estava ocupada em acender o forno
para assar o pão. Na verdade ela queria assar a pobre Mariazinha,
e do João faria cozido.
Quando o forno estava bem quente, a bruxa disse à menina:
— Entre ali e veja se a temperatura está boa para assar
pão.
Mas Maria, que desconfiava sempre da bruxa, não caiu na
armadilha.
— Como se entra no forno? — perguntou ingenuamente.
— Você é mesmo uma boba! Olhe para mim! — e enfiou
a cabeça dentro do forno.
Maria empurrou a bruxa para dentro do forno e fechou a portinhola
com a corrente. A malvada queimou até o último osso.
A menina correu para o porão e libertou o irmão. Abraçaram-se,
chorando lágrimas de alegria; depois, nada mais tendo a temer,
exploraram a casa da bruxa. E quantas coisas acharam! Cofres e
mais cofres cheios de pedras preciosas, de pérolas...
Encheram os bolsos de pérolas. Maria fez uma trouxinha com seu
aventalzinho, e a encheu com diamantes, rubis e esmeraldas.
Deixaram a casa da feiticeira e avançaram pela mata.
Andaram muito. Depois de algum tempo, chegaram a uma clareira, e
perceberam que conheciam aquele lugar. Certa vez tinham apanhado
lenha ali, de outra vez tinham ido colher mel naquelas árvores...
Finalmente, avistaram a cabana de seu pai. Começaram a correr
naquela direção, escancararam a porta e caíram nos braços do
lenhador que, assustado, não sabia se ria ou chorava.
Quantos remorsos o tinham atormentado desde que abandonara os
filhos na mata! Quantos sonhos horríveis tinham perturbado suas
noites! Cada porção de pão que comia ficava atravessada na
garganta. Única sorte, a madrasta ruim, que o obrigara a livrar-se
dos filhos, já tinha morrido.
João esvaziou os bolsos, retirando as pérolas que havia guardado;
Maria desamarrou o aventalzinho e deixou cair ao chão a chuva de
pedras preciosas. Agora, já não precisariam temer nem miséria nem
carestia. E assim, desde aquele dia o lenhador e seus filhos
viveram na fartura, sem mais nenhuma preocupação

terça-feira, 14 de julho de 2009

A Menina dos Brincos de Ouro ( conto)

Era uma vez......


Uma Mãe, que era muito má (severa e rude) para os filhos, deu de presente a sua filhinha um par de brincos de ouro.
Quando a menina ia à fonte buscar água e tomar banho, costumava tirar os brincos e botá-los em cima de uma pedra.
Um dia ela foi à fonte, tomou banho, encheu o pote e voltou para casa, esquecendo-se dos brincos.
Chegando em casa, deu por falta deles e com medo da mãe brigar com ela e castigá-la correu à fonte para buscar os brincos.
Chegando lá, encontrou um velho muito feio que a agarrou, botou-a nas costas e levou consigo.
O velho pegou a menina, meteu ela dentro de um surrão (um saco de couro), coseu o surrão e disse à menina que ia sair com ela de porta em porta para ganhar a vida e que, quando ele ordenasse, ela cantasse dentro do surrão senão ele bateria com o bordão (cajado).
Em todo lugar que chegava, botava o surrão no chão e dizia:
Canta, canta meu surrão,
Senão te bato com este bordão.
E o surrão cantava:
Neste surrão me puseram,
Neste surrão hei de morrer,
Por causa de uns brincos de ouro
Que na fonte eu deixei.
Todo mundo ficava admirado e dava dinheiro ao velho.
Quando foi um dia, ele chegou à casa da mãe da menina que reconheceu logo a voz da filha. Então convidaram Ele para comer e beber e, como já era tarde, insistiram muito com ele para dormir.
De noite, já bêbado, ele ferrou num sono muito pesado
As moças foram, abriram o surrão e tiraram a menina que já estava muito fraca, quase para morrer. Em lugar da menina, encheram o surrão de excrementos.
No dia seguinte, o velho acordou, pegou no surrão, botou às costas e foi-se embora. Adiante em uma casa, perguntou se queriam ouvir um surrão cantar. Botou o surrão no chão e disse:
Canta,canta meu surrão,
Senão te bato com este bordão.
Nada. O surrão calado. Repetiu ainda. Nada.
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Então o velho bateu com o cajado no surrão que se arrebentou todo e lhe mostrou a peça que as moças tinham pregado.
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( F I M )

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Nota: Conto popular na Bahia e Maranhão. Trazido pelos escravos africanos. No original africano os personagens eram animais.

O ABC da Vida


Atividade de sensibilização (para séries iniciais)
O ABC da vida

Devemos amar e respeitar...

a ÁRVORE que dá sombra, que dá frutos.

a BALEIA que vive a nadar pelo mar.

a CACHOEIRA que vive a vida a correr.

o DINOSSAURO que viveu há milhões de anos atrás.

a ECOLOGIA que é a ciência que estuda a vida.

a FIGUEIRA que é uma árvore frondosa e faceira.

a GIRAFA que é pescoçuda como uma garrafa.

o HIPOPÓTAMO que é pesado e gosta de água.

o ÍNDIO que vive em aldeias na mata.

o JACARÉ que rasteja devagar e sabe nadar.

a LARANJA que guarda um suco saboroso.

o MAR que é imenso e tem água salgada.

a NATUREZA que nos encanta com sua beleza.

o OZÔNIO que protege a Terra.

o PLANETA que vive a vida a girar.

o QUATI que tem a cauda comprida com anéis de pêlos pretos.

o RIO que corre para o mar como quem vai se atrasar.

a SELVA que é um lugar habitado por animais selvagens.

a TERRA que é o planeta em que vivemos.

o UNIVERSO que é onde existem planetas, estrelas, asteróides.

o VENTO que é o ar em movimento.

o XAXIM que é planta que tem o tronco formado por raízes.

E ZELAR pelo nosso amado Planeta Terra.


Sugestão:

- Leitura e interpretação.

- Atividade artística tendo a poesia como inspiração, utilizando uma música para a realização da atividade (pintura e ou desenho, recorte/colagem).

- Atividade de construção de texto: Que outras palavras e frases poderiam se formar (explorar elementos do ambiente local).

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Eu quero acreditar



Eu quero acreditar

Eu quero acreditar

que não sou idealista

que há um rumo, uma pista

mesmo os males saltando á vista

mesmo deles fazendo uma lista

que não é neura de artista.

Eu quero acreditar

e não me vestir de fantasia

ver despida a ironia

do discurso, fala vazia

da lei, justiça falsa e fria

que enoja, enfurece dá azia.


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Projeto de Leitura .....NEM TE CONTO ......

OBJETIVO GERAL
Promover a prática da leitura através da diversidade de textos do gênero textual narrativo conto, bem como, suas funções e ações necessárias para interpretá-las e produzi-las.


DETALHAMENTO DO GÊNERO TEXTUAL : CONTO

Este gênero textual, de caráter literário ou popular, tem como objetivo fazer uma narrativa pouco extensa, consisa, com unidade dramática, em que a ação se concentra em torno de um só ponto de interesse.
Os contos principalmente, os infanto-juvenis são em geral marcados pela presença da fantasia, da magia e da aventura. Este gênero textual, ao afastar do compromisso com a retratação da realidade mais imediata e palpável, pode se incluir em veículo para ilustração de padrões de conduta, de preceitos éticos ou morais, entre outros, ou tão somente cumprir a função lúdica, divertindo e deleitando os leitores em geral.
Diante de um conto, o leitor, antes mesmo da atividade, já cria, um pacto com esse tipo de texto, no entendimento de que irá entrar em contato com uma história não
séria, um “ fazer de conta” com o mundo em que realidade e fingimento tem contornos poucos nítidos.
Devido a seu objetivo fundamental - contar uma história, as seqüências tipológicas mais articuladas são as o tipo narrativo. Portanto, encontram-se no conto,marcas lingüísticas próprias da narração, como:verbos de ação, articulação do pretérito perfeito, termos referentes ao lugar e ao tempo em que se passa o relato entre outras.


CARACTERÍSTICAS

Gênero textual - conto

Objetivo do gênero – contar uma história de caráter literário ou popular.

Tipo de seqüência – narrativa

Objetivo do tipo de seqüência – Relato de um episódio

Ponto de vista do enunciador –Perspectiva da localização no tempo

Tempo de ocorrência no mundo real – seqüencialidade

Recursos lingüísticos utilizados pelo autor - discurso do fazer e do acontecer; usos de verbos de ação : de acordo com as ocorrência; presença do pretérito perfeito; advérbios marcadores do espaço e do tempo; marcos indicadores da abertura e do fechamento do relato.

sexta-feira, 3 de julho de 2009