A lenda da Vitória Régia
Fonte: Cantinho alternativo
Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.
E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.
A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.
Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.
Vamos fazer uma Vitória Régia?
ALFABETIZANDO COM TRAVA- LÍNGUA
O texto que segue é um plano de aula tendo como tema um trava-língua.
O SAPO NO SACO
Olha o sapo dentro do saco,
o saco com o sapo dentro,
o sapo batendo papo
e o papo soltando vento.
(Ciça. O livro do trava- língua. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1986).
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1. Apresentar o texto em papel bobina e em folhas impressas para cada aluno. Explique que texto é um trava- línguas e qual a sua função.
2. Fazer a leitura apontada várias vezes, como o texto é de fácil leitura pergunte quem quer fazer a leitura em voz alta para os colegas. É interessante fazer a leitura por fila, meninos e meninas, etc.
3. Solicitar que circulem o título.
4. Solicitar que pintem os espaços do texto ou somente do título. Contar os espaços e as palavras.
5. Enfatizar o som da letra S inicial. Instruir que há diferença no som do S, quando ele aparece no meio da palavra. Instruir a pesquisarem o sobrenome dos colegas que possuem a letra S.
6. Solicitar que ilustrem o trava- língua, com isso você poderá observar quem conseguiu fazer a interpretação do texto.
7. Solicitar que reescrevam o texto trocando a palavra SAPO por PATO. Separar em sílabas as palavras PATO e SAPO. Formar palavras com as sílabas. Solicitar que façam a troca da letra inicial de PATO, com ajuda do alfabeto móvel, encaminhar a ilustração das palavras formadas.
8. Solicitar que pintem de azul a palavra OLHA, de vermelho VENTO e de verde BATENDO. E pedir que reescrevam as palavras retirando o H, -NTO, -NDO respectivamente. E encaminhar a leitura das novas palavras, reforçando o uso do acento.
9. Trabalhar a reprodução do sapo
Para saber mais:
Era uma vez...muitas historinhas para a criançada!!!
Ciências Hoje das Crianças: porque os sapos cantam?
Alfabetização e Cia: Atividade com cantiga do sapo.
Shalom!
Segue algumas atividades para trabalhar o folclore:
Fonte: Coleção Dente de Leite Vol. 4.
Sereiasvia Fazendo Arte na Escola II de Sheila Rocha em 17/08/09
Sereias para painel. Elas tem 80 cm de altura.
Folclorevia Magica infantil de kelly lima em 17/08/09
Folclore é tudo que simboliza os hábitos do povo, que foram conservados através do tempo, como conhecimento passado de geração em geração, por meio de lendas, canções, mitos, hábitos .Para conhecermos a história de um povo, de um país ou de uma região do país é importante que conheçamos a sua cultura, suas tradições, ou seja o seu folclore. O folclore é também uma forma de manifestação cultural dos povos.
Fazem parte do nosso folclore as canções de ninar que são passadas de pais para filhos, cantigas de roda, brincadeiras, jogos, lendas e mitos, superstições, artes. Além disso, as danças típicas das regiões e as festas típicas como a Festa do Boi (do Boi-bumbá ou Bumba-meu-boi que recebe outros nomes dependendo do estado) as festas juninas, Carnaval, o Maracatu entre outras são todas manifestações do nosso folclore.
Os utensílios usados por nossos antepassados (brancos, negros e índios) para caça, pesca , artesanato e outros, tudo faz parte do folclore. O Brasil é um país muito grande, por isso cada região do país tem sua tradição folclórica. Algumas vezes o que muda é o nome de uma determinada festa, lenda ou outra tradição, outras vezes uma festa é mais tradicional em uma região do que em outra, assim como comida, música e danças.
PS. O autor Monteiro Lobato por meio das suas obras ajudou a propagar lendas e mitos do Brasil.
Algumas brincadeiras
Anel (passar o anel)
Os participantes ficam sentados, um ao lado do outro, de mãos postas. Um deles, selecionado antes, põe suas mãos juntas e fechadas ao comprido (onde há um anel) dentro das mãos postas de todos os participantes. Numa delas, deixa o anel, sem que ninguém perceba. Aí pergunta a um dos participantes: "com quem está o anel?" Se a pessoa responder certo, toma o lugar de quem passou o anel. Se responder errado, quem está com o anel é quem vai passá-lo.
Barra manteiga
Duas turmas, colocam-se em lados, frente a frente. O chefe de um grupo passa a bater nas costas das mãos dos contrários, até que, de repente, bate na palma de um e sai correndo, perseguido com a sua turma pela turma contrária. Quem for pego passa a ser prisioneiro. conforma uma turma vai perdendo participantes, vai também perdendo na disputa
Batatinha frita
Um participante fica na frente, de costas para os outros, enquanto vai falando alto: -"Batatinha frita, um... dois...três." e vira-se de repente. Enquanto está de costas os outros participantes dão passos para a frente. Quem for visto, enquanto se movimenta, pelo o que está contando, volta ao lugar de início. O que chegar primeiro, passa a comandar para que a brincadeira continue.
Berlinda
Uma pessoa é posta em julgamento. todos que estão em roda são convidados a opinar sobre ela. Um animador ouve de todos a opinião sobre quem está na berlinda e passa para ela. Quando vai passando as opiniões dizendo: "Você está na berlinda porque..." quem está na berlinda escolhe uma das opiniões. Quem deu a opinião escolhida irá para a berlinda e a brincadeira continua.
Sacizinhosvia Fazendo Arte na Escola II de Sheila Rocha em 18/08/09
Estes foram confeccionados para a Vânia. As crianças irão finalizar desenhando a boca, o cachimbo e fazendo colagens para a grama. Também podemos utilizar este modelinho para confeccionarmos cartõezinhos para serem colocados nas agendas das crianças na semana do folclore, como fiz no modelinho acima.
Folclore:Parlenda "Cadê o toucinho que estva aqui?"via EDUCAR COM ARTE de Valdirene em 18/08/09
FOLCLORE: Parlenda "A galinha do vizinho"via EDUCAR COM ARTE de Valdirene em 18/08/09
Folclorevia Baú de Ideias de Ivanise Meyer em 18/08/09
Folclore
♥♥♥
Sugestões sobre o folclore do Baú:
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/search/label/folclore
Organizado por Ivanise Meyer®
Acompanhe
terça-feira, 25 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
PROJETO : PREVENCAO AO USO DE DROGAS




A FAMÍLIA NA PREVENÇÃO AO USO DE DROGA
A presença dos pais junto aos filhos é tão importante na adolescência, quanto na infância . Seu papel é estar atento, mobilizar sem dirigir, apoiar nos fracassos e incentivar nos êxitos: em suma, é estar com os filhos e respeitar cada vez mais sua individualidade.
Cada vez mais, pesquisas e estudos mostram que o uso de drogas é fruto de vários fatores. Se, por um lado a pessoa não nasce predestinada para usar drogas, por outro lado, também não as usa apenas por influência de amigos ou mesmo outros.
Fatores de risco são circunstâncias sociais ou características da pessoa que a tornam mais vulnerável a assumir comportamentos arriscados como o de usar drogas.
Fatores de proteção são os que contrabalançam as vulnerabilidades, fazendo com que a pessoa tenha menos chance de assumir esse comportamento.
Os fatores de risco e de proteção estão na própria pessoa , na sua família, nos seus amigos, na escola, no trabalho,na comunidade em que vive e na sociedade em geral.
Fazem parte deles aspectos biológicos, genéticos e de relacionamentos,como a maneira de interagir na família, as oportunidades de conviver com as drogas e de obtê-las, a cultura na qual a pessoa vive e os defeitos que cada droga experimentada causa especificidade no indivíduo.
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